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Encaramos a advocacia como uma arte.

Antes de tudo uma art de vivre. Depois, uma arte que permite ajudar os próximos a viver melhor, no exercício do que é o Direito: viver honestamente, não lesar os outros, dar a cada um o que é seu, como nos ensinou o velho Ulpiano (150-223 d.C.).

Um dos maiores dramas do nosso tempo reside no desaparecimento dos próximos, para os substituir pelos proxys e pela acefalia que marca, no essencial, essa nova relação.

A lógica dos branqueamentos e das relações deslocalizadas (offshore) conduziu, no século XXI, à destruição das poupanças de sucessivas gerações.

Durante mais de 50 anos (desde o post-guerra até à crise do Lehman Brothers, mais precisamente entre 1946 e 2011) o Mundo e as pessoas acreditaram nas virtudes da poupança, mesmo nos Estados em que se fez o culto da previdência social.

O maior paradoxo do tempo atual é – provavelmente – o da falência dos bancos, apesar de, também paradoxalmente, as taxas de juros terem atingido valores negativos, para mal de todos os nossos idosos, que acreditaram nas virtudes da poupança.

Claro que é importante poupar e investir.

A verdade é que todos os paradigmas foram destruídos.

É essencial usar todos os mecanismos à nossa disposição para obter os melhores resultados com o gasto mínimo de recursos.

É nesse sentido que encaramos a advocacia como uma arte de construir soluções.

Em todos os planos e em todas as áreas...

Ao contrário de outros, não somos uns artistas, mas exercemos a advocacia como uma arte.

Deixamos-lhe aqui algumas dicas, emergentes da nossa experiência:

- Se tem uma dívida impagável, o melhor é apresentar-se à insolvência. Nós sabemos como tratar desse problema, sem constrangimentos.

- Quem precisa de dinheiro, paga 5% a 8% ao ano pelos empréstimos que lhe foram concedidos. Se puder oferecer uma garantia hipotecária, é um negócio seguro para o mutuante. Sabemos como se faz...

- Em Portugal pode comprar-se terra a preços que variam entre os 0,5€ e os 1,5€. Já não se fabrica...

- Em Portugal há excelentes imóveis para recuperar, em todo o País e, especialmente, na aldeia de origem dos seus antepassados. Se quiser comprar um desses imóveis e o vendedor “cheirar” o seu interesse vai pedir-lhe um preço muito elevado.

- Em Portugal, uma sociedade comercial constitui-se em menos de 1 dia, ficando em condições de funcionar ao segundo dia. Não há nenhuma limitação a que estrangeiros sejam sócios ou administradores.

- Os advogados brasileiros podem inscrever-se na Ordem dos Advogados de Portugal e  praticar a advocacia em todos os estados da União Europeia. Não se trata de um ato meramente formal, mas de um ato que carece de tratamento muito especial pois que carece de

a)  Condições especiais de funcionamento de um secretariado em Portugal

b) Estabelecimento de um vinculo com a administração tributária e cumprimento das obrigações fiscais

Podemos ajudar os advogados brasileiros no desenvolvimento do projeto de prestação de serviços na Europa.

Nestes, como noutros planos, encaramos a advocacia como uma arte, em permanente aperfeiçoamento.

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