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Em 31/12/2014, portanto menos de seis meses após a medida de resolução, apresentamos  ao Procurador da Repúlbica junto do Tribunal Central de Instrução criminal, uma queixa criminal no quadro da qual se requer que sejam constituidos arguidos o governador e os administradores do Banco de Portugal, bem como os membros dos órgãos sociais do Banco Espírito Santo S.A..
A queixa foi reendereçada para o DIAP, tendo sido distribuida à 9ª secção, onde recebeu o nº 476/15.1TDLSB.
Com data de 6/10/2015 receberam os mandatários um despacho em que o Procurador do DCIAP recusa, de modo aliás, frontal a investigaçõa pretendida, em conexão com as investigações que ali correm.
É licito a qualquer lesado do BES constituir-se assistente neste processo.
O processo em causa está parado.

A queixa criminal é reservada aos que a subscreveram.
O despacho acima referido é acessivel neste sítio

Notificação no inquérito

Queixa criminal contra administradores do Banco de Portugal e do BES

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